A chamada “prática da presença divina” consiste na…

Presença DIVINA

Não importa se você está em sua casa, em uma biblioteca ou numa praça pública.
Imagine-se, agora mesmo, diante de uma presença divina.

O que você pensaria, se percebesse que uma grande inteligência espiritual, de uma sabedoria infinita, está a seu lado? Qual a sua atitude se percebesse que um ser santo e sábio, um instrutor da humanidade, observa, neste preciso instante, suas emoções e pensamentos? Teria vergonha, sentiria orgulho, ou seria tomado pela emoção? Ficaria calmo ou nervoso?

Sejam quais forem as suas respostas para as perguntas acima, elas não são um mero exercício de imaginação. Cada ser humano sempre está, de fato, na presença do mundo divino e do princípio supremo do universo. Mesmo que tenha uma tendência crônica de esquecer desse fato.

Dormindo ou acordados, atentos ou desatentos, em paz ou angustiados, os seres humanos estão sempre diante, ou ao lado, desta presença divina multidimensional.

Não há um nome ou termo adequado para mencioná-la.

A chamada “prática da presença divina” consiste na lembrança constante de que, como seres humanos, estamos 24 horas por dia na presença da Lei eterna e da Inteligência infinita. Esta idéia é pitagórica e foi absorvida – mais recentemente – pela tradição mística cristã.
É verdade que freqüentemente as pessoas esquecem desta presença divina. Quando isso ocorre, a presença sagrada continua ativa na aura do indivíduo e “fotografa” o tempo todo os fatos, agradáveis ou desagradáveis. Tudo é registrado pelo carma para o débito e o crédito futuros, como escreveu um
Mestre.

Alguns estudantes lutam conscientemente por manter a lembrança constante do seu caráter essencialmente divino, que está secundariamente sujeito a erros e ilusões. Elas lembram durante algum tempo da presença divina e depois esquecem; e então relembram; e assim vão lutando. A cada erro, aprendem mais.

Aos poucos, passam a receber cada vitória com humildade e cada derrota com auto-confiança. Então, os altos e baixos da “maré cármica” deixam de atingir estes caminhantes”.